Advogados e mediadores inimigos íntimos?

O público em geral percebe os advogados como os profissionais que, antes do mandato legislativo, precisam ser julgados, não como especialistas na solução de seus problemas. Eu acho que é nossa missão de uma vez por todas mudar essa percepção.

 

Além disso, as associações de advogados profissionais já estão tentando mudar essa inércia com a criação de comissões e até mesmo institutos de mediação … mas e a mentalidade? Quem muda a mentalidade das pessoas e de nós mesmos como profissionais?

 

Quando nos do escritório M Braga Advocacia recebemos um cliente que nos confia o seu negócio, começamos a pensar sobre as diferentes possibilidades de ganhar de acordo com seus interesses, que rapidamente se tornam nossos, e com isso, entraremos em contato com a outra parte após a tentativa de acordo de negociação. . A “ameaça” velada surge que, se não responder aos nossos requisitos, seremos obrigados a apresentar o pedido.

Então, nos tornamos processuais experientes com o passar do tempo; Então aprendemos em nossas faculdades de direito, então nos tornamos intérpretes da lei e fugimos de todos os sentimentos e emoções que surgem em um conflito, o que nos foi confiado desde o primeiro momento. Somente os colegas que fizeram essa profissão o rigor, que hoje exigem, sabem que com a passagem do tempo estão os motivos e títulos preliminares que podem definir um caminho diferente para alcançar o sucesso processual.

Com esses ingredientes, a mediação foi escondida em sua verdadeira essência que supõe seu aspecto extraprocesal. É difícil para nós falar de flexibilidade em um mundo “corseted” por termos e termos. E mais se, como muitos pensam, “sempre fomos mediadores” com nossa simples intenção de tentar alcançar acordos anteriores que evitem a judicialização. Um grande erro como advogados e mediadores, como muitos pensam, “somos complementares”.

MEDIAÇÃO: MELHOR ALIADO

A mediação pode se tornar nosso melhor aliado. Mais uma ferramenta, juntamente com conselhos, consultas ou litígios, mas para isso, temos que mudar, há um grande medo de perder a proeminência porque fomos “concebidos em nossas universidades” para liderar conflitos e temos medo de assistir porque as partes que são nele se atribui o sucesso do acordo, um dos princípios básicos desta filosofia de trabalho.

Não só não nos encolheremos em nosso trabalho pela participação neste processo de psicólogos, assistentes sociais, sociólogos, notários, registradores ou mediadores, se não podemos nutrir e especializar-se em muitas outras questões que não só exigem a via judiciária.

Também não devemos pensar em manter os conselheiros ou advogados das partes de lado quando enfrentamos um processo intrajudicial ou onde existem independentemente de um processo. Não é desnaturalizar o processo de mediação, nem um recurso de “garantia” do acordo; em vez disso, o mediador bem treinado, e aqui eu reivindico que o requisito sine , para poder exercer essa profissão extraordinária, sabe que a presença e a essência dos advogados nos estágios da mediação não tem que quebrar o protagonismo das partes em seus decisões.

Não posso dizer nada além da mediação, queridos amigos legais, é a melhor fórmula quando as partes que estão em conflito, continuarão a ser relacionadas no tempo; e até mesmo ouso dizer já por minha experiência como advogada e mediadora, quase a única.

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